domingo, 6 de abril de 2008

Meu tempo é o agora

Passo a passo, em frente
Caminho rotineiro
Andando vagarosamente
No caminho passageiro.

Não há amanhã
Então pulsem os corações agora
Mas jamais conhecerão
O descompasso das horas.

O caos do tempo
Está sempre acontecendo
Quando você se torna meu pensamento
E o dia vai morrendo.

Depois é o futuro
Mas está sempre atrasado;
Não existe no mundo
Tempo mais deteriorado.

Irmão do passado
Que está sempre fora de alcance,
Mas basta seu olhar iluminado
Para desfigurar esse tempo distante.

Vivo então esse instante
Tão pulsante e bonito
é o agora, meu presente
O amor pelo qual palpito.



Jejels, março de 2008.

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