domingo, 2 de novembro de 2008

Um feixe de luz que entrou pela fresta das cortinas

O Sol... Uma enorme esfera de fogo... A fonte de energia. Talvez muitos pensem apenas isso desse grande astro. Talvez muitos nem parem um minuto de suas vidas para se certificar de que ele está lá.
Apesar de tudo, o Sol brilha sem parar, sem discriminação, sem vergonha de mostrar sua grandeza e sua beleza. A cada instante uma nova explosão ocorre em sua superfície, emitindo calor e luz. Mesmo não podendo ver o Sol de perto ou tocá-lo, sabemos que ele está lá, que é imenso... Sentimos o calor que ele lança a todas as direções, sentimos sua luz arder em nossos olhos nos permitindo a percepção do mundo por meio da visão.
O Sol está lá, todos os dias... Aconteça o que acontecer. Mesmo quando se põe, ele continua brilhante, pois é a Terra que gira, dando a todas as regiões do mundo a dádiva que é a vitalidade solar. O formato esférico do Sol pode nos fazer refletir sobre vários aspectos, como por exemplo, o ciclo da vida. A luz vai e vem, o dia nasce enchendo o céu de luz e morre nos mostrando que mesmo quando há escuridão, haverá uma luz, não com o mesmo brilho, mas de equivalente beleza, para nos guiar em nossa busca pelo universo, ou pelo menos, em nossa passagem por ele. A luz abre nossa mente para as belezas do universo... Quando o Sol ofusca nossos olhos podemos nos encantar com as cores, as formas definidas, o brilho e o calor. Por outro lado, o universo caminha em círculos, e, quando o Sol se põe, nos dá a chance de verificar o outro lado da vida. A noite chega silenciosa e se enche da melodia do vento. Quando a escuridão vai tomando conta do céu, se tornam visíveis as estrelas. Esses pequenos pontos brilhantes piscam, nos lembrando mais uma vez o vai e vem da luz, além de nos fazer perceber nossa existência como parte desse universo imensurável... Um universo no qual há vida... E onde a vida se expressa com toda a sua força.




Jejels, 01/11/2008.

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