quinta-feira, 22 de abril de 2010

Encontro

Privação de alguns sentidos, intensificação de outros. As sensações são boas... confiança, segurança, felicidade, satisfação. Mas acima de tudo, amor. Ainda posso ver os olhos de cobre derretido fitando os meus e isso ainda me emociona. Até hoje. Não sei como isso pode ser possível e, na verdade, ainda desconfio de que não seja real, mas é a minha vida agora. Esse intenso, vívido, compreensivo e completo amor. Tantas vezes antes eu o havia procurado e encontrado somente as frustrações... cheguei a pensar que isso era uma invenção, como os contos de fadas, sempre tão perfeitos em seus finais felizes. Depois de algum crescimento no meio do caminho, percebi que não era algo a se procurar. E então, ele me achou. Quando esse semtimento me encontrou, foi tudo diferente. E diferente inclusive do que eu tinha imaginado. O que posso concluir é que não há nada igual ou a que se possa comparar. O amor é único. Posso dizer que amo meu pai, minha mãe, minha irmã, meus amigos. Mas a cada um deles é destinado um amor diferente. O amor que me encontrou dessa vez, também tem suas características singulares. Estou feliz por senti-lo agora, principalmente porque o sinto chegando a mim de volta.
Sinto-me amada.





Jejels, 22/04/2010.

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