domingo, 27 de fevereiro de 2011

Claudia


Uma rosa à inocência!
Ah, como és bela adormecida,
As faces rosadas como as fitas
A adornar os angelicais cabelos balsâmicos!

Turba qualquer resquício de dor
A visão de tua nívea face,
Deixando-me a ansear
Pelo teu glorioso despertar.

Oh, pequena imortal,
Tua beleza imaculada deixa-me ébrio,
Mergulhado no manto etéreo
Que emana de teus olhos de nácar.

Venho, todas as noites, apreciar tua infinita mocidade,
Ver teu sono instigando-me a experimentar
Teu veneno narcótico
Que me acordaria para a eternidade.



Jejels, 27/02/2011.

Um comentário:

Marina disse...

Vai virar escritora romântica agora xD
Fiquei igual você quando leu Noite na Taverna!!