quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Meu paradoxo

Faltam-me palavras. E também o ar. E o chão não tarda a ceder sob meus pés. O equilíbrio se esvai, dando lugar à tontura. Os pensamentos turbam-se, já sem rumo, sem nexo, embaçados em minha cabeça. Embriaguez, ah, embriaguez... meu paradoxo preferido. Tira-me tudo e ao mesmo tempo ganho o mundo. O meu mundo – você.


Jejels, 20/12/2011.

Um comentário:

Fábio B. Lara disse...

Gosto das suas poesias. Algumas metrazem um pedaço de um passado esquecido...
Não sei se você curte outros estilos literários, mas caso se aventure nas crônicas, saiu recentemente o edital de abertura do concurso de crônicas laura ferreira. Eu participei das duas ultimas edições, ele é bem concorrido, mas é divertido participar.
É isso. Escreva sempre. Palavras que transformam o cotidiano em magia são... abençoadas!