quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

O gosto de uma lágrima

O que poderia ser em meu rosto
Com tão salgado gosto?
Talvez uma decepção,
Ressentimento, raiva,
O partir de um coração...
Há quem saiba?

Nem sempre tão amargo,
Às vezes, um sabor intenso
Que transborda no momento
Acompanhado de um sorriso largo.

E condensa um mistério
De como pode uma lágrima
Conter tantos sabores diversos
Seja no estresse ou na calma,
Mas sempre ela, tão pura,
Expressiva e sincera,
Uma lágrima, que por si só
Me encerra.




Jejels, 16/02/2012.
Pauta para a 75ª edição poemas do Bloínquês.

Um comentário:

Roberta Galdino disse...

oii
tava vendo outros Blogs e encontrei o seu
gostei muito daqui
o conteúdo é ótimo
estou te seguindo
me visita e segue se gostar?!

http://rgqueen.blogspot.com/

beijos