quinta-feira, 22 de novembro de 2012

O cheiro da morte

Tão cruel surpresa,
Amarga morte sorrateira
Cujo cheiro se espalha pela sala.

Tenho o corpo em minhas mãos,
Um frágil vestígio do que foi
-e meu esforço vão.

Deixa tudo tão cedo,
Inocente e jovem espírito.
Rezo por não ter sentido medo
E por ter tido compaixão, sua dor.

Seus últimos suspiros ainda ecoam em mim
E o pulso fraco de outrora ainda posso sentir
Em minhas mãos impotentes...


Jejels, 19/11/2012.


**Em memória ao Baby, que agora descansa em paz.

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