sábado, 12 de janeiro de 2013

À Madrugada

És tu, Madrugada,
A encarar-me novamente,
A face pálida, faminta de almas?

És tu que me invades mais uma vez?
O pulso frio a gelar meu peito,
A ansiedade a cobrir-me no leito?

És tu a confrontar-me
Para, mais uma vez, vibrar, vitoriosa
Com a quietude que esmaga
A confirmar minha solidão?

Pois venha, pálida aparição,
Aqui estou, uma vez mais
A esperar tua chegada lânguida
A atravessar-me qual lâmina
Da adaga mais atroz.


Jejels, 11/01/2013

Um comentário:

Matheus Pacheco disse...

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