segunda-feira, 20 de abril de 2015

Onze e quarenta e dois

O sono não me vem
E nada mais convém.

Minha voz não cessa,
Mesmo com pressa - 
Palavras e mais palavras.

O sono desparece, Ansiedade cresce
E já não há o que fazer.

Mas a lua já vai alta,
Amanhã há obrigações em pauta
E nenhum tempo a perder.

E devo calar-me,
Jamais fazer alarde
E deixá-lo adormecer.


Jejels, 15/04/2015.

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