terça-feira, 17 de novembro de 2015

Soneto da íris-sol

Mesmo com o céu nublado
E tanta névoa de futuro e passado,
O sol continuava radiante
E não mais tão distante.

Por um momento breve,
Sutil suspiro da alma,
A calma de tal instante leve
Como as nuvens que encobriam o céu.

Mas nesse dia, havia encolhido
E um par de olhos escolhido
O sol para habitar.

E assim, pude ver tão perto
Um por-do-sol secreto
Nas ondas hipnóticas do teu olhar.



Jejels, 21/10/2015.

~Postado em 17 de novembro ao menino dos olhos azuis que hoje completa 20 primaveras.

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