quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Ausência letárgica

A cada manhã
Uma letargia que me paralisa...
Os dias se vão com a brisa.

O mundo parece parado
Sem cor, sem perfume, nenhum agrado
Apenas o relógio a tiquetaquear.

À espera de uma resposta,
Continuo olhando na mesma direção...
O artefato que te traz em minha mão.

A cada manhã, 
Tua falta me paralisa...
Expande-se em abismo nossa divisa.


Jejels, 22/12/2016.

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